5 - ARTE CONTEMPORÂNEA

HARD EDGE

Artistas usam grandes formas geométricas para mostrar como as cores interagem







"Homenagem ao quadrado: Ascendente", Albers

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ARTE POP

Cultura do consumismo permeia a arte





"Lata de sopa Campbell retratada por Andy Warhol e quadro de Marilyn Monroe"


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MINIMALISMO
A escola da frieza

Artistas despem a escultura até o os elementos mais simples, pura forma sem conteúdo






"Sem Título", Judd, 1969
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ARTE CONCEITUAL

A arte visual invisível
A ideia e não o objeto de arte, é dominante


 
 Art Eggcident feita por Henk Hofstra 

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FOTORREALISMO

A pintura imita a câmera




"Fanny - Pintura a dedo", Close, 1985

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NEO - EXPRESSIONISMO

Temas fortes revividos




"Ao pintor Desconhecido", Kiefer, 1983

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A NOVA GERAÇÃO: ARTE PÓS - MODERNA

Estilos múltiplos com crítica social em comum 








"Sem título # 228", Sherman, 1990







O problema de avaliar a arte contemporânea é que ela está viva e em crescimento. A história irá dizer quem viverá na memória e quem desaparecerá.O que é claro, entretanto, é que desde 1960 os movimentos vêm e vão num piscar de olhos. O fio condutor comum a todos é a oposição ao Expressionismo Abstrato. É como se a sombra projetada por Jackson Pollock se estendesse tão longe que os ramos futuros tivessem que se esgueirar por baixo das árvores até encontrarem seu lugar ao sol. Os pintores hard edge e os escultores minimalistas, criando formas semelhantes as máquinas, aniquilaram o culto à personalidade da pintura de ação. Os artistas pop abraçaram as imagens comerciais, os conceitualistas reduziram a idéia de arte feita a mão ao nível zero, deixando a arte existir mais na mente do que na tela. Todos esses movimentos se concentravam em Nova York, onde era possível pensar que a pintura estava morta e acabada.
 
Mas por volta de 1980, a Europa voltou a cena. Pintores alemães e italianos, conhecidos como neo-expressionistas, devolveram a figura à pintura e imagens reconhecíveis à corrente artística principal, infundindo em suas telas intensas, emocionais, preocupações autobiográficas e sociais. Na arte pós- moderna da geração seguinte, tudo era avidez. Todas as formas, os materiais e os conteúdos possíveis foram expandidos a tal ponto que nada parecia além dos limites, e os artistas se viam diante do desafio da verdadeira originalidade e não da simples novidade.
À medida que o século XX caminhava para seu término, a arte se tornava mais internacional, sem uma área geográfica dominante, e mais diversificada que nunca. Depois de um século de experimentação, o legado é a liberdade total. 
 
                                                                                                                                                
 
 
 Valéria Silva Araújo- Arte- educadora-
                                                                                                                                                                    Fonte: Carol Strickland